

O ateliê
Urdume Ateliê
Moda autoral feita devagar, em Porto Alegre.
A Urdume nasceu em 2016 do desejo de vestir o corpo com o que a mão faz. Desenhamos, tingemos e costuramos cada peça em pequenas tiragens.
Tudo começa no fio. Escolhemos tecidos de fibras naturais e tingimos em pequenos lotes, com tempo para a cor assentar. Cada peça sai do ateliê com pequenas variações de tom, e é isso que a torna única. Cortamos e costuramos aqui mesmo, no Centro Histórico. Fazemos poucas unidades de cada modelo, para não produzir além do necessário. Quando uma tiragem acaba, ela acaba. Assim a roupa tem história, e quem a veste faz parte dela.
Quem faz
Helena Vargas é a fundadora e a criadora da Urdume. Formada na prática do tingimento e da costura, ela desenha cada coleção a partir de memórias, paisagens do Sul e da conversa com as fibras.
Ao lado dela, a equipe do ateliê corta, borda e finaliza cada peça à mão. São poucas pessoas, com ofício aprendido na bancada, que cuidam de cada detalhe até a embalagem.


Cuidado
Manifesto
Acreditamos que roupa boa é a que dura. Por isso produzimos pouco, usamos sobras de corte em novas peças e tingimos com cuidado para poupar água.
Preferimos fibras naturais e pigmentos de baixo impacto. Cada tiragem é pensada para ser usada por muitos anos, não por uma estação.
Leia o manifesto do ateliê.
Moda lenta não é um slogan para nós, é o ritmo do trabalho. Aqui o tempo faz parte da roupa: o tempo do tingimento, da costura, do uso e do reparo. Convidamos você a conhecer o que defendemos e como cuidamos de cada peça.

Palavra
Urdume
Urdume é o conjunto de fios esticados no tear, sobre o qual a trama passa. É a base silenciosa de todo tecido, aquilo que sustenta a história que vem depois.
Helena Vargas























